Transtorno do Espectro
Autista (TEA)

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que influencia a forma como uma pessoa percebe o mundo, se comunica e se relaciona.
Ele se manifesta em diferentes níveis de intensidade e pode envolver desafios na interação social, linguagem, comportamento e interesses restritos ou repetitivos.

A palavra “espectro” é essencial: ela representa a amplitude das manifestações do TEA, que podem variar significativamente de uma pessoa para outra.
Cada indivíduo possui um perfil único de habilidades, desafios e formas de expressão. Por isso, o acompanhamento deve ser sempre personalizado e centrado em suas necessidades reais.

Espectro

A palavra "espectro" representa a amplitude das manifestações do TEA, que podem variar significativamente de uma pessoa para outra.

Perfil Individual

Cada indivíduo possui um perfil único de habilidades, desafios e formas de expressão.

Cuidado Personalizado

O acompanhamento deve ser sempre personalizado e centrado nas necessidades reais de cada pessoa.

Como é feito o diagnóstico de TEA?

A avaliação clínica é o primeiro passo para iniciar uma jornada de cuidado eficiente e baseada em evidências.
Em muitos casos, outros profissionais também participam da construção do plano terapêutico, como psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacional.

Se há suspeita é indicado que passe por especialistas,
seja psiquiatra, neuropediatra ou pediatra.

Porém é importante ressaltar que outras especialidades médicas, ou até mesmo escola, psicólogos, podem observar a hipótese diagnóstica e encaminhar para que um profissional da medicina para que avalie para fins de diagnóstico. É importante ressaltar que apenas o médico pode fechar diagnóstico e encaminhar corretamente para outras especialidades de equipe multidisciplinar, como fonoaudiologia, terapia ocupacional e/ou psicólogo.

Psiquiatras

Especialista em saúde mental com formação médica completa

Neuropediatra

Médico especializado no sistema nervoso de crianças

Pediatra

Médico especialista em saúde infantil e desenvolvimento

Direitos garantidos por lei para pessoas com TEA

O Brasil conta com legislações específicas que protegem os direitos de pessoas com TEA,
garantindo acesso à saúde, educação, dignidade e inclusão.

Lei 12.764/2012 (Berenice Piana)

Profissionais qualificados cuidadosamente selecionados, com formação específica em TEA e atualização constante.
Cada integrante alia excelência técnica à sensibilidade humana, adaptando a intervenção às necessidades de cada fase da vida.

Lei 13.977/2020 (Romeo Mion)

Cria a Carteira de Identificação da Pessoa com TEA (CIPTEA).

Lei 14.454/2022

Garante cobertura mínima obrigatória pelos planos de saúde, mesmo fora do rol da ANS.

Direitos Educacionais

Matrícula em escola regular

Adaptação curricular individualizada

 Acompanhamento por mediador escolar

Avaliações compatíveis com o perfil do aluno

Direitos garantidos por lei para pessoas com TEA

O Brasil conta com legislações específicas que protegem os direitos de pessoas com TEA, garantindo acesso à saúde, educação, dignidade e inclusão.

Lei 12.764/2012 (Berenice Piana):

Reconhece a pessoa com TEA como pessoa com deficiência.

Lei 13.977/2020 (Romeo Mion):

Cria a Carteira de Identificação da Pessoa com TEA (CIPTEA).

Lei 14.454/2022:

Garante cobertura mínima obrigatória pelos planos de saúde, mesmo fora do rol da ANS.

Direitos Educacionais

Matrícula em escola regular

Adaptação curricular individualizada

Avaliações compatíveis com o perfil do aluno

Acompanhamento por mediador escolar (quando indicado)

Como é feito o diagnóstico de TEA?.

A avaliação clínica é o primeiro passo para iniciar uma jornada de cuidado eficiente e baseada em evidências.
Em muitos casos, outros profissionais também participam da construção do plano terapêutico, como psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionai

Avaliação diagnóstica

 ABA (Análise do Comportamento Aplicada)

Fonoaudiologia

Terapia Ocupacional

Psicoterapia

Acompanhamento médico (Psiquiatria)

Perguntas Frequentes (FAQ)

Não. O TEA não é uma doença, mas sim uma condição do neurodesenvolvimento. Com acompanhamento adequado e personalizado, é possível alcançar importantes avanços no desenvolvimento, comunicação e autonomia.

O TEA tem origem multifatorial. Fatores genéticos desempenham um papel importante, podendo ser combinados com influências ambientais durante a gestação ou nos primeiros anos de vida.

Os primeiros anos da vida são marcados por maior plasticidade cerebral. Quanto mais cedo a intervenção começa, maiores são as chances de progresso significativo.

A legislação brasileira prioriza a educação inclusiva. No entanto, cada caso é único. O ideal é considerar o perfil da criança, os recursos da escola e garantir o ambiente menos restritivo possível.

Não. Diversos estudos científicos de alta qualidade comprovaram que não existe nenhuma relação entre vacinas e TEA.

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